quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ela me lembra a Brunet

Confesso, esse poema nasceu originalmente como "ela me lembra a Maitê"; dedicado à uma jovem senhora muitíssimo elegante e elegantemente sensual. Mas essa moça que vejo quase todas as manhãs ao ir para o trabalho me fez relembrar esse poema e quase que instanteneamente pensar... "ela me lembra a Brunet".


Ela me lembra a Brunet.

Pode ser o seu indelével frescor de menina

Ou talvez pela sofisticação que nela se vê

Mas é provável que seja outra coisa que me fascina.



A paixão à flor da pele além do que se pode ver

O calor do desejo acedendo seus olhos cor de mel

que brilham com mil mistérios e é bom crer

pois seu sorriso esconde um inferno e todo o céu.



Tento em vão impedir cada nervo meu de estremecer

À suave provocação, sensual visão dela naquele jeans

E perco-me no perfume seu que incita meu querer.



Eu andar insinuante transtorna meu olhar

E seu cheiro me enlaça como seu sorriso faz enrubescer

Te olho abobalhado e penso em tudo, menos na Luiza Brunet.

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